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Cidades flutuantes, seria este o futuro?



À medida que a população mundial aumenta, multiplicam-se os projetos de cidades flutuantes. Neles, a arquitetura e o urbanismo tornam-se ferramentas para viabilizar áreas urbanas sobre as águas. Uma das propostas é a Oceanix City, que consiste em agrupar ilhas hexagonais flutuantes para compor pequenas vilas. Essas vilas, por sua vez, comporiam aldeias, que em conjunto contemplariam um arquipélago para 10.000 pessoas.


A cidade foi planejada prevendo seu crescimento e transformação de maneira resiliente e sustentável. Com bairros modulares que podem acomodar até 300 residentes em espaços de uso misto para morar, trabalhar e se divertir. As vilas oferecerão ainda hortas comunitárias para o compartilhamento de toda a comunidade, criando modelos de ocupação sustentável.


Estes projetos emergem até mesmo do Mar Vermelho, na Arábia Saudita. Integrando a futurística megacidade de NEOM, está a Oxagon, que pretende tornar-se a maior estrutura flutuante do mundo. O local deve abrigar o primeiro porto totalmente automatizado com centro de logística global integrado, tornando os fluxos comerciais mais ágeis e dinâmicos. A cidade promete ser eficiente, sustentável e inteligente, com uso de energia limpa e logística tecnológica, que irá transformar a cadeia produtiva, incentivar a pesquisa e a inovação, cuidando do meio ambiente.