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Diminuição na frota de ônibus propicia maior contaminação por covid-19 e força novas dinâmicas



Preocupados em custear a operação dos sistemas de ônibus em um momento em que a demanda é de cerca de 20% da média normal, empresários do setor optaram por retirar parte dos veículos de circulação. O resultado foi justamente aquele que não poderia acontecer: mais passageiros por ônibus e maior risco de contaminação. Os ônibus continuam cheios no horário de pico e, assim, consolidam-se como potenciais difusores do vírus. Há medidas simples e eficazes que podem atenuar ou resolver o problema, como limitar o número de passageiros por veículo, demarcar um espaçamento seguro entre usuários, restringir uso de dinheiro e dar preferência ao pagamento eletrônico. É também uma chance de experimentar serviços de ônibus sob demanda. A experiência foi bem-sucedida em Goiânia, que recorreu ao uso de um aplicativo que organiza as viagens para dinamizar os atendimentos e reduzir a chance de haver lotação.

Outras recomendações incluem desinfetar com frequência os espaços compartilhados, oferecer nebulizadores para desinfecção de passageiros e medir temperaturas corporais de funcionários e usuários por meio de câmeras infravermelhas. Essas ações podem incentivar mais pessoas a viajarem de ônibus e assim ajudar a equalizar os custos do transporte público durante a pandemia.

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