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Memórias e lugares especiais podem acabar diante da pandemia



Lugares que fazem parte do dia a dia das pessoas há mais de um século – e que resistiram a todo tipo de adversidade – estão prestes a sucumbir diante da pandemia provocada pelo coronavírus. São locais históricos, que ocupam as memórias e estão em histórias de amigos, familiares, casais, grupos políticos, estudantes. Um deles é o Bar Luiz, da Rua da Carioca, no Rio. Aberto em 1887, dois anos antes da República, está fechado agora e não sabe se retorna após a pandemia. O Café Lamas, com 146 anos de existência, teve redução de 75% do faturamento e não arriscar fazer planos para o futuro.

A identidade dos lugares está relacionada aos conceitos de origens, sejam elas psicológicas (causam bem estar e segurança), criando identidade ou simbólica, por ser interpretada através da sua arquitetura. Assim, a combinação entre a vivência e as formas resultam na identidade de um país, estado, cidade ou bairro. É que nos faz sentir que pertencemos a um local enquanto compartilhamos sua história com outros indivíduos. Ao longo do tempo, vemos também que alguns lugares que deixaram de existir foram ressignificados, guardando uma parte da memória que um dia promoveram. Esses locais fecharam suas portas por problemas econômicos ou foram destruídos por ações da natureza, acidentes ou conflitos. A Cidade Urbitá, área planejada próxima a Brasília que integra residenciais, comércio, serviços e lazer, valoriza a história e o contexto locais, preservando a vegetação nativa e valorizando a identidade da região na qual está inserida.

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