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Pandemia da Covid-19 revela ao mundo a necessidade de cidades cada vez mais inteligentes e conectada



Criar cidades socialmente inteligentes, interligadas e conectadas é uma urgência global, assim como saber que tipos de dados devem ser monitorados e de que maneira. Especialmente agora, com o coronavírus motivando diversas cidades a rastrear pessoas que tiveram contato com infectados pela Covid-19. Dessa forma, os órgãos de saúde fazem um levantamento – por meio de contato telefônico – com os doentes para levantar com quem tiveram contato no período de contágio e conseguem controlar a velocidade de contágio. A partir das informações, o governo avisa as pessoas relatadas que elas estão em quarentena. Assim, espera-se quebrar o ciclo de transmissão. Nos Estados Unidos, alguns estados já avaliam utilizar esse recurso, como Nova York – que pretende contratar entre 5 mil e 10 mil agentes para fazerem as triagens. Massachussets investiu R$ 44 milhões no programa de rastreamento, que incluiu a contratação de mil pessoas, enquanto o Alasca implementou um programa similar com trabalhadores de comércios e serviços. Quem for diagnosticado precisa avisar os colegas de trabalho, que também serão isolados. A Cidade Urbitá, área planejada em Brasília que mescla residências, comércio e serviços, acredita na importância da geração e uso correto e eficiente de dados. A informação rápida e confiável é capaz de conter e prevenir problemas, proteger a convivência e ampliar a segurança em diversas áreas.

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