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Passe livre para os nômades digitais


Enquanto países ainda se articulam para encontrar uma saída que ampare legalmente os milhares de nômades digitais espalhados pelo mundo, algumas nações já se anteciparam e lançaram ações para dar conta de uma demanda crescente na pandemia. Depois da Estônia (tema do post anterior), Barbados, no Caribe, lançou em julho o “selo de boas-vindas de 12 meses”, um visto temporário de um ano para que estrangeiros possam desempenhar seus trabalhos por lá.

As Bermudas, no Atlântico Norte, seguiu o mesmo caminho e, além do visto temporário, também criou uma regulamentação específica para que estrangeiros possam viver no país enquanto trabalham para empresas mundo afora. Para morar e trabalhar por lá, os interessados precisam ter 18 anos ou mais, possuir seguro saúde, comprovar vínculo empregatício e serem capazes de se manter financeiramente no país por todo o período de validade do visto. Cada vez mais essa integração global nas relações de trabalho irá se refletir no desenvolvimento das cidades e dos espaços urbanos.